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Mandatário para o Brasil do ex-candidato à Presidência da República, Henrique Gouveia e Melo; Presidente da Câmara Portuguesa de Comércio e Indústria do Rio de Janeiro
A complementaridade entre Brasil e União Europeia é evidente e se fortalece com o acordo entre Mercosul e o bloco europeu. Só falta transformar ambição em ação e estratégia em resultados.
Liberdade política, liberdade de expressão e liberdade de iniciativa são condições essenciais para o dinamismo econômico e para a vitalidade institucional.
Num mundo interdependente, a paz é um ativo estratégico. Ninguém vence verdadeiramente uma guerra energética ou geopolítica. Todos pagam — e pagam caro.
Dois países têm capital histórico. Agora é tempo de o transformar em capital econômico. Uma relação moderna, competitiva e progressista não se constrói apenas com memória, mas com estratégia.
O Estado democrático português falhou na projeção, junto da sua diáspora histórica, de um Portugal moderno, plural, socialmente justo e aberto ao mundo.
Portugal avança quando reconhece líderes que inspiram pelo exemplo, não pelo ruído, e aliados que escolhem participar.
O país é feito de gente simples, trabalhadora e honesta. De cidadãos que todos os dias enfrentam dificuldades, criam os seus filhos com esforço e dignidade e apenas pedem respeito e esperança.
O voto é um ato individual, mas as suas consequências são profundamente coletivas. Cada escolha feita hoje terá impacto na estabilidade, na credibilidade e no rumo do país amanhã.
Um país que depende fortemente do turismo não pode aceitar que o seu principal aeroporto funcione como um obstáculo ao seu próprio desenvolvimento.
O aprofundamento das relações luso-brasileiras passa, inevitavelmente, pelas pessoas que vivem essa ligação no seu quotidiano. A diáspora portuguesa no Brasil é um ativo estratégico.
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