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Ator
A literatura contemporânea, a arquitetura que reinventa os espaços urbanos, as artes visuais provocativas, a música que atravessa o mundo mostram uma África pulsante e rica.
Após o carnaval, a ressaca do Brasil não é só de festa. O racismo no futebol volta a escancarar sua violência, desta vez contra Luighi, jovem do Palmeiras.
Se o carnaval é o espelho do Brasil, neste ano, ele nos mostra um país que reencontra suas raízes. E isso, em tempos tão sombrios, é um lampejo de esperança.
Imigrantes foram essenciais na formação das nações modernas e a exclusão deles reflete uma autossabotagem histórica.
O turismo de massa, embora economicamente atraente, precisa de controle. Em muitos lugares, ele já começou a se transformar em uma ameaça.
O Festival não é apenas um espaço de projeção, é um palco de reflexão. É onde o cinema brasileiro se olha no espelho e se pergunta sobre seus rumos, suas possibilidades e seus desafios.
Não podemos permitir que o Brasil se perca no abismo de uma nova era de intolerância e autoritarismo. É hora de escolhermos, mais uma vez, o lado da justiça, da liberdade e da democracia.
Com o VAR, o futebol está perdendo a magia do imprevisível. O preconceito, por sua vez, impediu que Vinícius Júnior fosse eleito o melhor jogador do mundo.
É difícil admitir, mas tenho medo da morte. Medo da finitude, daquilo que não podemos controlar. Evito o assunto, como se, ao não tocá-lo, ele se mantivesse distante, nas sombras.
Enquanto o mundo estremece sob nossos pés, o céu parece mais distante do que nunca. Bilionários flutuam em cápsulas prateadas, capturando selfies do espaço, e, aqui embaixo, o fogo devora florestas.
Estar de volta ao palco é um reencontro não só com o público, mas com uma parte de mim que ficou em pausa. É como vestir novamente uma roupa antiga que nunca perdeu o caimento.
Não foram poucas as vezes que ouvi o anúncio do fim do teatro. E, mesmo diante de tantas previsões de mortes, o teatro sempre encontrou formas de se reinventar. E Fernanda Montenegro é a prova disso.
O conceito do “complexo de vira-latas” foi cunhado pelo dramaturgo Nelson Rodrigues, em referência ao sentimento de inferioridade que ele observava no povo brasileiro em relação a outras nações.
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