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Empresária e jornalista
Dificilmente, Trump conseguirá dividendos com seu belicismo no Oriente Médio. A situação poderá revelar-se desgastante para os Republicanos, que enfrentarão eleições gerais em novembro próximo.
Os brasileiros deveriam aprender com os japoneses a cultura da vergonha. Seria uma forma de as autoridades terem a decência de se retirarem da vida pública caso cometessem ilícitos.
O escândalo do Banco Master, que foi liquidado pelo Banco Central, continua latente na capital brasileira, deixando políticos de todas as matizes em constante sinal de alerta.
O olho grande do presidente dos EUA pelo controle da maior ilha do mundo, pertencente à Dinamarca, está voltado, principalmente, paras as riquezas naturais, ou seja, terras raras, petróleo e gás.
O amor pode terminar a qualquer hora, em qualquer lugar, mas uma boa amizade se carrega para a vida toda.
Como funciona o golpe do amor nos sites de relacionamento, em que mulheres acreditam que encontraram o príncipe encantado.
Museu dedicado a relações amorosas que acabaram, instalado na Croácia, é repleto de objetos que mexem com as emoções do público. É difícil conter as lágrimas.
O preconceito materializa-se num conjunto interno de processos e de ideias estereotipadas, opiniões, atitudes e emoções, sendo as redes sociais as principais responsáveis por sua divulgação.
Podemos imaginar um mundo sem guerra?
Os crimes cometidos por Israel contra o povo palestino, já submetido a um regime colonial e ao apartheid e que, privado de um Estado, é apátrida, já ultrapassaram os limites do inimaginável.
Lula vira convidado de honra de Putin e reforça isolamento da Ucrânia com presença controversa nas celebrações em Moscou.
A maldade humana é um problema complexo e perturbador, presente em todos os séculos da existência da humanidade.
A Europa poderá ter de aumentar suas capacidades de defesa com mais de 300 mil soldados e investir cerca de 3,5% do seu PIB para poder resistir às eventuais agressões da Rússia.
Quando olhamos as expressões de Trump, sem seus sintomas primários, separadas dos seus muitos comportamentos compulsivos, nos deparamos com o pântano do seu medo egocêntrico.
A farra com dinheiro público no Brasil comandada pelo presidente da Câmara, Arthur Lira, é assustadora. Ainda bem que há um Flávio Dino no Supremo para brecar as tramoias com o Orçamento da União.
Infelizmente, as recentes inovações, investimentos e patentes indicam que a alienação da humanidade está crescendo e sendo canalizada para o consumismo e as engenharias financeiras.
Aqueles que tramaram contra a democracia do Brasil sofrem da Síndrome de Procusto, que acomete seres incultos e medíocres, que não progridem culturalmente nem aceitam o progresso alheio.
Os nomes até agora escalados pelo presidente eleito dos EUA, Donald Trump, para compor seu ministério têm semelhanças com o Gabinete do Ódio que prevaleceu no governo de Jair Bolsonaro, no Brasil.
No seu livro, Alexei Navalny, o principal opositor de Vladimir Putin, conta a história de sua vida, da carreira política, do ativismo, do casamento, da família e da sua luta e de sua equipe.
A Inteligência Artificial tem sido usada para disseminar mentiras, e encontrou nas campanhas eleitorais um campo fértil para alimentar os ignorantes.
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