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Empresária e jornalista
A maldade humana é um problema complexo e perturbador, presente em todos os séculos da existência da humanidade.
A Europa poderá ter de aumentar suas capacidades de defesa com mais de 300 mil soldados e investir cerca de 3,5% do seu PIB para poder resistir às eventuais agressões da Rússia.
Quando olhamos as expressões de Trump, sem seus sintomas primários, separadas dos seus muitos comportamentos compulsivos, nos deparamos com o pântano do seu medo egocêntrico.
A farra com dinheiro público no Brasil comandada pelo presidente da Câmara, Arthur Lira, é assustadora. Ainda bem que há um Flávio Dino no Supremo para brecar as tramoias com o Orçamento da União.
Infelizmente, as recentes inovações, investimentos e patentes indicam que a alienação da humanidade está crescendo e sendo canalizada para o consumismo e as engenharias financeiras.
Aqueles que tramaram contra a democracia do Brasil sofrem da Síndrome de Procusto, que acomete seres incultos e medíocres, que não progridem culturalmente nem aceitam o progresso alheio.
Os nomes até agora escalados pelo presidente eleito dos EUA, Donald Trump, para compor seu ministério têm semelhanças com o Gabinete do Ódio que prevaleceu no governo de Jair Bolsonaro, no Brasil.
No seu livro, Alexei Navalny, o principal opositor de Vladimir Putin, conta a história de sua vida, da carreira política, do ativismo, do casamento, da família e da sua luta e de sua equipe.
A Inteligência Artificial tem sido usada para disseminar mentiras, e encontrou nas campanhas eleitorais um campo fértil para alimentar os ignorantes.
Nas democracias, se um governo é impopular, políticos adversários conseguem ser eleitos com a promessa de livrar-se dele e dos seus malefícios.
O homem pode beber das águas rasas e permanecer ignorante, com pouco conhecimento, ou sorver das profundas para adquirir saber. Há possibilidade da escolha.
Deveria haver um protocolo para todos os tipos de quebra de relação, uma espécie de cerimônia de adeus. Talvez o ritual ajudasse o outro a compreender e a aceitar as razões do que partiu.
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