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Jornalista, autora do blogue "Sua má influencer em Portugal"
O Rio de Janeiro foi escolhido como Capital Mundial do Livro de 2025, título concedido pela UNESCO, e a agenda internacional começa em Lisboa.
Infelizmente, tenho visto algumas semelhanças entre os políticos portugueses e os do Brasil, isso, se levar em conta o noticiário dos últimos anos: suspeitas de favorecimento próprio, corrupção.
Os futuros empreendedores devem perceber as necessidades do mercado e oferecer algo fresco e bom para conquistar a clientela.
A sensação de pertencimento é algo que se constrói, independentemente de onde você estiver. Tive provas disso ao retornar do Rio de Janeiro para Lisboa.
Quem vive em Lisboa, pode achar que a cidade é agitada, mas é uma paz, se comparada ao Rio de Janeiro, onde há gente por todo lado e trânsito sem fim.
O Brasil não é um país fácil! Nunca foi. Somos muitos, somos misturados, e por isso mesmo, somos complexos, muitas vezes incompreensíveis.
Que venham anos de mais compromisso com a cidade, com quem vive nela, e que a “Cidade Maravilhosa” conquiste o direito de viver em paz!
O tempo não perdoa, corre sem freio, mas nada pode com os amores que ficam, inexiste diante de uma conexão verdadeira. Senti como se tivesse mudado ontem para Portugal.
Mudar de país implica em muitas renúncias. Abandonamos o convívio com a família, com os amigos, trocamos nossos hábitos e costumes, muitas vezes, largamos casa, emprego e profissão.
Infelizmente, minhas experiências mais recentes em Portugal me fizeram ter saudade dos médicos do Brasil. Mas meu descontentamento não se estende ao SNS, está no setor privado.
Estranho quando criticam as migrações, porque elas estão no DNA da cidade. Lisboa cresceu miscigenada, e como é bom perceber essa diversidade nas ruas.
Posso dizer que esta expressão portuguesa me ganhou logo de cara. Vem acompanhada de uma serenidade que traduz muito da essência do povo de Portugal.
A deterioração das escolas públicas brasileiras é tanta, que não há comparação com o ensino público português.
Felizmente, Portugal ainda nos oferece inúmeros recantos, onde temos a impressão de que as horas não correm tão depressa ou mesmo de que estamos em outro tempo.
Concordo que, ao viajar pelo Norte, conheci portugueses com um “jeitinho de ser” diferente daqueles com quem eu já convivia em Lisboa e no Alentejo, a região ao Sul do país.
Nós, brasileiros, somos a maior comunidade imigrante em Portugal, e já representamos 35% dos mais de 1 milhão de estrangeiros residentes no país. Posso dizer que ainda me sinto um pouco no Brasil.
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