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Jornalista, autora do blogue "Sua má influencer em Portugal"
Em Lisboa, caminhar pelas ruas, inclusive em áreas menos movimentadas, costuma ser uma experiência de contemplação e beleza. Não é preciso estar atento ao celular ou à bolsa.
Ter desapego de toda uma história de vida construída em outro lugar é importante quando se muda de país por livre e espontânea vontade. Recomeços fazem parte da vida.
Concorrem às melhores faculdades os alunos com as melhores médias, o que é justo, desde que o ensino público e o privado ofereçam condições semelhantes de preparação.
Portugal equilibra tradição e tecnologia, tentando modernizar-se sem perder a memória que molda sua identidade.
Enquanto líderes disputam o mundo como um jogo de tabuleiro, resta a nós fazer escolhas simples: viver, viajar e aproveitar o tempo antes que ele nos escape.
Discussões sobre empoderamento feminino, machismo, igualdade de gênero, liberdade sexual e sobre leis de proteção à mulher circulam com mais naturalidade entre os jovens.
Os pontos frágeis de uma sociedade são fáceis de identificar. Por que, então, é tão complicado resolver os problemas? A resposta parece simples: falta de vontade política e de planejamento eficaz.
Entre gargalhadas e provocações, o especial natalino do Porta dos Fundos transforma a fé em tema de humor e reflexão sobre Deus, crença e humanidade.
Qual o problema de juntar peru e bacalhau à mesma mesa? Quem dera fosse esse o tipo de questão capaz de resolver todas as diferenças criadas pela intolerância, pela ignorância.
A convivência entre brasileiros e portugueses não precisa virar um duelo. E o caso do menino agredido em Viseu expõe os perigos da falta de educação e empatia.
A operação no Rio escancarou não só a violência, mas a falência de políticas que enxergam vidas como números e ignoram a raiz do problema.
As únicas duas situações em que fui tratada com descaso — e até com certa grosseria — em Portugal foram na AIMA, quando tentei buscar informações. Nem me deixaram entrar para obter alguma orientação.
Lisboa brilha aos olhos dos turistas, mas a felicidade só conta se couber também no bolso de quem a chama de casa.
É bom ser nacionalista, no sentido de pertencer a um lugar e estar ligado a esse povo ou nação. Considero Lisboa minha casa, mas meu coração sempre vai ser brasileiro.
O registro para exercer o direito de voto em Portugal pode ser feito por brasileiros residentes legalmente no país há mais de dois anos ou pelo estatuto da igualdade dos direitos políticos.
Nascemos para ser livres, mas crescemos e aprendemos o contrário. O mundo está doente e menos inteligente. Até a nossa imaginação passou a ser orientada por telas de animação que nos aprisionam.
Não dá para aceitar o fato de que, além de não conseguir atender às demandas de novos imigrantes, Portugal tenha deixado cair na irregularidade aqueles que estavam regulares perante as regras do país.
É a velha sombra da desigualdade que insiste em dividir o mundo. Fica quem é “bom” e vai embora quem não tem serventia. Na hora de enfrentar seus desafios, Portugal opta pela exclusão.
O tempo no Alentejo parece mesmo andar mais devagar. Dá vontade de relaxar à sombra das azinheiras, de sentir a brisa e o som da natureza.
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