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O Brasil como invenção da Europa não chega. Portugal arrastou Áfricas para a América e tomou para si uma imensa terra indígena, e esse gesto escondido continua a falhar.
A artista portuguesa Rita GT é a criadora de O Círculo das Contas de Ouro em Filigrana: Conexões Históricas entre Bahia e Viana do Castelo, que será apresentada neste domingo (18/01), em Salvador.
Deveria ser obrigatório levar os 230 deputados da Assembleia da República de Portugal para ver a exposição que está na Fundação Calouste Gulbenkian.
Somente em 2024, os imigrantes contribuíram com 3,6 bilhões de euros para a Segurança Social, cinco vezes mais que o valor que receberam. Por que forjar a falácia de que eles são sanguessugas?
Mostra Complexo Brasil, na Fundação Calouste Gulbenkian, nos faz pensar que não se pode avançar na construção de uma nação sem ter ao lado quem e o que lhe oferece caminhos novos.
IBGE revela a persistência dos nomes bíblicos no país: Maria e José lideram, e Silva e Santos continuam como sobrenomes mais frequentes entre os brasileiros. Mas há, também, Ravi, Valentina e Lorenzo.
Dar algo que aparente poder e prestígio sempre foi tática do colonizador branco para roubar a dignidade de um povo.
Um diálogo entre Baturité e Mathias sobre um sistema construído para favorecer poucos e oprimir a maioria. Qualquer semelhança, é mera coincidência.
Da chegada da corte em 1808 às favelas de hoje, o Rio de Janeiro carrega a herança urbana e social do colonialismo português.
Mesmo sem saber, pardos, pretos e brancos ainda se comportam como nossos povos originários.
Fazer com que os moradores tenham orgulho de um dos bairros que historicamente têm menos serviços é o efeito da arte urbana. E Manoel Quitério conseguiu que a população local participasse.
A relação Brasil e Portugal é tão desafiadora quanto grandiosa. Partilhamos uma língua e séculos de história. Partilhamos idas e vindas de pessoas que se construíram entre o cá e o lá.
Na cultura digital, os memes emergem como um novo código de expressão, e os brasileiros parecem ter entendido plenamente o poder dessa comunicação.
A cultura de um país se fortalece quando tiramos o véu de parte da nossa história que a sociedade morre de medo de contar. Ganhamos como povo, repensamos e reafirmamos nossas tradições comuns.
Vivemos em um mundo em que as ações e as palavras parecem não ter qualquer consequência futura, a não ser provocar engajamentos.
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