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No Brasil, a crônica é um gênero forasteiro, de origem europeia, mas que, nas mãos de Machado de Assis, João do Rio, Clarice Lispector e tantos outros, se aclimatou, cresceu e deu belos frutos.
Eu andava desassossegado pelas ruas da Baixa, pensando em Bernardo Soares e no que ele escreveu sobre o espelho. Para ele, Bernardo/Fernando, o espelho causou a desgraça do homem.
Um dos argumentos de quem defende o uso da IA para escrita é o de que “a ideia é humana, o ChatGPT só escreve”. Mas pensamento e linguagem são separáveis? Ou linguagem é pensamento e vice-versa?
Consulado-Geral do Brasil em Lisboa inaugura nesta quarta (11) o projeto Tardes Literárias, com evento dedicado à inclusão e apresentação de dois livros.
No novo livro, a socióloga e cientista política brasileira analisa a erosão institucional nos EUA e afirma que o trumpismo aprofunda uma autocratização com efeitos globais.
Livro Floresta na Boca, que tem desdobramento audiovisual, propõe escuta e reflexão profunda sobre a Amazônia na busca pelo fortalecimento de comunidades local e dos biomas que levam comida à mesa
Quando até sandálias, no caso, as Havaianas, se tornam elementos para acirrar a polarização, fica claro que o problema não é o conteúdo, e sim o ambiente político que se instaurou no Brasil.
A poesia foi a forma que Flávia Silva encontrou para não sucumbir a uma relação marcada por controle, medo e violência vivida em Lisboa. É o que ela traz em Sangração Pública — Vertendo em Letras
Referência do rap e do hip-hop no Brasil, artista diz que chacina de jovens negros vem de longe, se nega a ser visto como exemplo de sucesso e critica aqueles que discriminam a linguagem da periferia.
Autora indígena, com 13 obras publicadas e ganhadora do Prêmio Jabuti, se prepara para lançar coletânea de poemas. Ela foi vítima do crime de ódio, cancelada, mas reafirmou seu espaço na literatura.
Curador do Festival Literário da Paraíba, José Manuel Diogo afirma que não há língua portuguesa “padrão”. Evento, que reúne autores de países lusófonos, vai de quinta a sábado, em João Pessoa.
Teresa Lampreia, que dirigiu Terra Nostra, O Clone e Viver a Vida, lança, em 2 de dezembro, o livro Somos Feitos de Histórias: Entretenimento de Impacto Social e a Vida, Enfim, na Livraria Martins.
A psicóloga gaúcha Letícia Machado, que vive no Porto, fala sobre o livro infantil Unidos Pela Diferença, escrito em parceria com a jornalista carioca Lívia Bueno. Elas alertam para a violência.
Escritor angolano José Eduardo Agualusa participará de uma mesa-redonda com o português Rui Couceiro e Bruna Lombardi, na próxima terça-feira, na Feira Literária Internacional de Saquarema.
Não se pode ter medo de defender a arte, os artistas, a liberdade e a democracia, e nem deixar de perceber tudo estar interligado de forma inesperável.
Sob a curadoria de José Manuel Diogo, o FliParaíba (Festival Literário Internacional da Paraíba) acontecerá de 27 a 29 de novembro, em João Pessoa, com 10 mesas de debates e show de Maria Gadú.
A brasileira saiu vitoriosa na categoria Melhor Romance com Sorriso Sorvete de Cereja. Já o autor conquistou a honraria de Melhor Livro de Poesias com Lições de Miragem.
Evento itinerante reúne artistas cearenses em Lisboa, Cascais e Estoril, celebrando a criação autoral e os laços culturais entre Brasil e Portugal.
Premiada com o Jabuti em 2022, obra da historiadora Micheliny Verunschk conta a história de duas crianças indígenas amazônicas sequestradas por expedição científica no século XIX.
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