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IBGE revela a persistência dos nomes bíblicos no país: Maria e José lideram, e Silva e Santos continuam como sobrenomes mais frequentes entre os brasileiros. Mas há, também, Ravi, Valentina e Lorenzo.
Diante da brutalidade do real, a única via de elaboração possível é simbólica. Há que se debater, falar, buscar alternativas à estratégia falida de manter o Estado em guerra contra os cidadãos.
O domingo foi um marco, mas, sobretudo, um chamado para que não se baixe a guarda diante do perigo que nos ronda.
Medo e covardia no Congresso: a PEC da Blindagem revela deputados fugindo da Justiça — resta ao povo escolher a luta ou a fuga.
Segundo o IBGE, portugueses foram superados pelos venezuelanos. Total de estrangeiros vivendo no Brasil cresceu 70% entre 2010 e 2022, passando de 1 milhão de cidadãos.
Entre abril e maio, número de atendimentos passou de 5.576 para 8.540. A comunidade brasileira vem crescendo em Portugal, exigindo mais das representações consulares no país.
Frente a crises, como o apagão que parou Portugal, resiliência individual se torna crucial quando não há resiliência do Estado.
Presidente da AIMA promete detalhar os números relativos a imigrantes em Portugal por nacionalidade ainda neste mês ou em maio. Brasil precisa desses dados para estruturar consulados.
A questão migratória portuguesa demonstra como o Estado moderno, mesmo quando tenta reagir a pressões populares por controle de fronteiras, permanece preso a soluções burocráticas que não funcionam.
Os “Zés” brasileiros que constroem o país e lutam pelo direito de existir. A população negra representa 57% dos cidadãos do Brasil.
Atualmente, a defesa dos princípios civilizatórios, como a busca pelo bem comum e o respeito à alteridade, pode soar ingênua ou até anacrônica. Mas é preciso seguir nadando, mesmo contra a corrente.
Em discurso no lançamento do Calendário Inter-Religioso, o secretário de Estado Rui Armindo Freitas defendeu a imigração como necessária para a economia do país.
O desejo de se legalizar em terras portuguesas vai além de uma simples questão migratória, diante da violência e da discriminação estrutural enfrentada no Brasil.
O número cada vez maior de trabalhadores estrangeiros em empregos formais contribui para a saúde financeira da Segurança Social portuguesa, mostram dados oficiais.
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