Os leitores são a força e a vida dos jornais. Contamos com o seu apoio, assine.
Os leitores são a força e a vida do PÚBLICO. Obrigado pelo seu apoio.
A vitória de Susan Crawford não significa que o perigo passou nos EUA. Mas mostra que, mesmo diante da normalização da troca de dinheiro por poder, a democracia americana ainda resiste.
Sentimentos são os meios mais efetivos para aumentar o tensionamento entre as comunicações. E o contemporâneo comprova sermos cada vez mais guiados por imagens quando somos conduzidos pelas tensões.
Como qualquer líder carismático que se alimenta do caos, Donald Trump prospera na tragédia. Ele não busca a paz, mas somente a autopromoção.
Há uma crise a ser enfrentada, de cunho social, econômico, ambiental, migratório. Mas, no fim do dia, nada justifica que os vigaristas possam vencer a disputa entre o bem e o mal.
Uma geração recém-saída do ensino médio tomou conta do que antes se entendia por esfera pública. Traz atitudes impertinentes, nomes bizarros, vídeos curtos e expressões chiclete.
Os ventos da extrema-direita sopram forte e cruzam fronteiras, influenciando democracias e ameaçando retrocessos que o Brasil já conhece bem.
Tomara que, diante do circo de horrores que foi a posse de Donald Trump nos EUA, possamos encontrar várias feiras de troca para substituirmos as redes sociais pelo sentido mais amplo de comunidade.
Na era da inteligência artificial alimentando bolhas cognitivas na internet, não há limites para “o mais louco possível”. É o que se depreende desse ano de 2024.
Se Allen fosse fazer um filme sobre esses personagens — o que, graças a Deus, não está fazendo —, seria uma comédia sobre como a humanidade terceirizou suas neuroses para as redes sociais.
Decisão de Moraes ocorre depois de a empresa de Elon Musk se recusar a indicar um representante legal no Brasil. O prazo para que a determinação do ministro fosse cumprida acabou na quinta-feira.
Ocorreu um erro aqui, ui ui